Alepa reconhece obra de Pinduca como Patrimônio Cultural e Imaterial do Pará

Conhecido como o "Rei do Carimbó", Pinduca iniciou sua carreira na década de 1960 e é considerado o grande responsável pelo formato atual do gênero

A Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) aprovou o Projeto de Lei (PL) nº 507/2023, de autoria do deputado Wescley Tomaz (Avante), que declara as obras do musicista, cantor, compositor e instrumentista Pinduca como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Pará. Conhecido como o “Rei do Carimbó”, Pinduca iniciou sua carreira na década de 1960 e é considerado o grande responsável pelo formato atual do gênero, sendo pioneiro na inserção de instrumentos elétricos e bateria no ritmo, o que contribuiu significativamente para a modernização da arte.

Nascido em Igarapé-Miri, em 4 de junho de 1937, Pinduca levou o Carimbó para o Brasil e para o mundo, conquistando públicos de todas as idades e marcando gerações com suas músicas. Entre seus clássicos, destaca-se a “Marcha do Vestibular”, tradicionalmente tocada em celebrações de aprovações no ensino superior. Em 2017, o artista foi indicado ao Grammy Latino, na categoria de Melhor Álbum de Raízes Brasileiras, com o disco “No Embalo do Pinduca”, reforçando sua relevância para a cultura paraense e nacional.

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O deputado Wescley Tomaz celebrou a aprovação do PL, destacando a importância de reconhecer a trajetória e o legado do artista: “Pinduca é um verdadeiro patrimônio do Pará. Suas obras representam um orgulho para todos nós paraenses”, afirmou.

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