Futuro do Polo Moveleiro em pauta: Prefeitura e COOPMASP discutem titulação, infraestrutura e fortalecimento do setor

O encontro contou com a presença da chefe de gabinete Joelma Leite, do secretário municipal de Desenvolvimento, Max Alves, além de integrantes da diretoria da COOPMASP

Na manhã desta quinta-feira, 2 de outubro, representantes da Cooperativa da Indústria Moveleira e Serradores de Parauapebas (COOPMASP) se reuniram no gabinete do prefeito para discutir pautas fundamentais relacionadas ao futuro do Polo Moveleiro.

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O encontro contou com a presença da chefe de gabinete Joelma Leite, do secretário municipal de Desenvolvimento, Max Alves, além de integrantes da diretoria da COOPMASP.

Entre os principais pontos apresentados pela cooperativa estiveram: a definição oficial sobre o destino do Polo Moveleiro, a titulação definitiva das áreas ocupadas pelos trabalhadores, a necessidade de engajamento intersetorial de secretarias como SEMURB, SEMMA, SEMSI e SAAEP, além de melhorias urgentes em infraestrutura, energia elétrica, meio ambiente e segurança pública.

O secretário da cooperativa, Sérgio Neto, destacou a importância do encontro: “Essa reunião é muito importante para nós, trabalhadores do Polo. É a oportunidade de compreender o destino dos nossos empreendimentos e de trazer nossos anseios e necessidades ao poder público. Estamos felizes pela abertura do governo em nos atender”, afirmou.

A chefe de gabinete, Joelma Leite, reforçou o compromisso da gestão com o diálogo e explicou a ausência do prefeito Aurélio Goiano, que cumpre agenda em Belém: “A Prefeitura entende a relevância do Polo Moveleiro para o desenvolvimento de Parauapebas. Nosso compromisso é buscar soluções conjuntas, envolvendo todas as secretarias necessárias, para garantir que os trabalhadores tenham condições dignas de produzir e prosperar”, disse.

Já o secretário Max Alves enfatizou a necessidade de enxergar o Polo como um espaço de inovação e oportunidades: “O Polo Moveleiro conta com mais de 80 marcenarias, gera empregos e garante o sustento de várias famílias. Este é o momento de unir forças para que o setor tenha condições plenas de crescer e se modernizar”, declarou.

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