Foto: Bariloche Silva / Portal Pebinha de Açúcar
O incêndio que atingiu a empresa Fermaq na última quinta-feira (7) causou prejuízos estimados em milhões de reais, com a destruição completa do estoque e da estrutura do prédio. Na sexta-feira (8), o presidente da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (ACIP), Iran Moura, visitou o local e pediu a união da classe empresarial para ajudar a Fermaq a se reerguer.
Segundo Moura, o proprietário da Fermaq, Sávio Santiago, suspeita que a causa do incêndio possa ter sido um curto-circuito elétrico e o prejuízo foi gigante. “Ele estima que devia ter de estoque lá de R$ 7 a R$ 8 milhões e foi queimado, sem contar a estrutura também. Então é muito prejuízo”.

Presidente da ACIP, Iran Moura, em visita a Fermaq
Apelo por cooperação entre empresários
Diante da dimensão da tragédia, Iran Moura fez um apelo direto aos empresários locais. Ele anunciou que, como cliente da Fermaq, antecipará o pagamento de todas as suas notas em aberto, incentivando que outros sigam o exemplo.
“Eu como empresário e cliente da Fermaq, já vou pedir pro meu financeiro verificar o que tem de notas deles em aberto comigo, notas a vencer, vencimento futuro, vou antecipar esses pagamentos para que eles possam se reestruturar o quanto antes”, afirmou Moura. “E também para que esse exemplo da Nordeste possa ser seguido por outros empresários que compram na Fermaq, para que eles reconstruam e recomecem o quanto antes, porque o empreendedorismo, o associativismo e o cooperativismo se mostram nesse momento, a gente se fortalecer junto, essa é a pegada.”
O presidente da ACIP reforçou, ainda, a importância de valorizar e consumir do comércio local para fortalecer a economia da região. “É isso que a gente prega, é isso que a gente divulga, é isso que a gente defende também”, disse.
Proprietário se mantém otimista
Apesar da destruição, o proprietário da Fermaq, Sávio Santiago, demonstrou resiliência. Em uma breve declaração, ele agradeceu o apoio recebido de toda a comunidade, dos clientes, da Prefeitura de Parauapebas, do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e de todos que colaboraram com o combate ao incêndio.
“Graças a Deus ninguém machucou, que é o principal. Material a gente trabalha e recupera. Estou tranquilo, Deus sabe o que faz, tudo é vontade de Deus, pra frente é que se anda, vamos trabalhar. É assim mesmo, faz parte”, concluiu Santiago, com um tom de otimismo em relação ao futuro da empresa.
Redação CKS Online









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