A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, manifestou-se oficialmente sobre a morte de um colaborador do Ibama durante um ataque às equipes que atuavam na desintrusão da Terra Indígena Apyterewa, no Pará. Em tom de pesar e firmeza, a ministra classificou o episódio como um “crime bárbaro” e assegurou que o governo não recuará em suas ações de fiscalização.
Marina Silva destacou que o profissional foi morto no exercício de suas atividades, enquanto trabalhava em uma operação integrada que envolve órgãos como a Funai, Força Nacional, Polícia Federal e Abin. Segundo a ministra, embora tenha havido esforço imediato das equipes de resgate, o colaborador não resistiu aos ferimentos.
A ministra enfatizou que a Polícia Federal já está mobilizada para investigar o caso. Para Marina, a punição dos responsáveis é uma prioridade para garantir a integridade de quem atua na linha de frente da proteção ambiental:
“Nosso esforço é para que esse crime bárbaro seja rigorosamente investigado e punido. É dever do poder público garantir a segurança da sociedade e de quem trabalha em benefício do patrimônio ambiental do país”, declarou a ministra.
Em seu posicionamento, Marina Silva reforçou que as ações de desintrusão — a retirada de invasores de terras indígenas — não devem ser vistas como atos de confronto, mas como o cumprimento da legalidade e a proteção de direitos originários. Ela reiterou que o Ministério do Meio Ambiente seguirá firme na defesa da vida e da justiça socioambiental.
A ministra finalizou sua mensagem prestando solidariedade aos familiares e colegas da vítima, reafirmando o compromisso da pasta com o “presente e o futuro do Brasil” através da proteção do meio ambiente, mesmo diante das resistências violentas encontradas em campo.








