A Pilar Gold está preparando a retomada das operações do complexo PGDM, em Goiás. A empresa projeta ampliar significativamente sua produção de ouro e alcançar receitas de aproximadamente US$ 180 milhões já em 2027, segundo informou reportagem da Revista Mineração. Conforme aponta a publicação, o projeto integra a estratégia da companhia para transformar o ativo em uma plataforma de crescimento aurífero no Brasil.

Conforme detalha a reportagem, o complexo PGDM, situado em Pilar de Goiás, é o principal ativo corporativo e reúne três minas subterrâneas — Pilar, Maria Lázara e Caiamar —, além de um projeto a céu aberto. O site ressalta que a estrutura dispõe de uma planta metalúrgica com capacidade para processar até 4.500 toneladas de minério diariamente.
A publicação lembra que o empreendimento foi adquirido em 2021, período desde o qual a infraestrutura vem sendo preparada para o reinício da produção. Segundo a reportagem, o plano prevê inicialmente a ativação da mina Pilar, ao passo que as frentes de Maria Lázara e Caiamar devem reabrir em 2027.
O site da Revista Mineração pontua que a expansão produtiva está vinculada ao modelo conhecido como hub and spoke. Por meio dessa dinâmica, explicita a publicação, a planta central processa minérios vindos de diferentes frentes regionais, permitindo que a empresa aproveite a infraestrutura existente para incorporar novas iniciativas.

A reportagem também pontua que, segundo dados divulgados pelo site, o PGDM detém recursos minerais estimados em cerca de 4 milhões de onças de ouro, com margem para expansão via novas explorações. A meta de médio prazo da companhia, conforme a publicação, é atingir 80 mil onças anuais.
Além disso, a Revista Mineração aponta que a retomada ocorre em um momento de forte valorização do ouro no cenário internacional. Para o site, essa conjuntura eleva a atratividade econômica do projeto.
Por fim, a publicação sinaliza que a Pilar Gold ambiciona alcançar o patamar de produtora de porte intermediário. Conforme conclui a reportagem, a reativação das minas visa elevar o fluxo de caixa e consolidar a operação goiana como eixo central de expansão no país.








