IBRAM e embaixada da China discutem investimentos em minerais críticos e terras raras

Na avaliação do IBRAM, o Brasil deve manter uma postura aberta ao diálogo e à cooperação internacional

O diretor-presidente interino do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), Pablo Cesário, foi recebido pelo embaixador da China no Brasil, Zhu Qingqiao, na última segunda-feira (16/3), na embaixada da China, em Brasília, para discutir oportunidades de investimento e cooperação tecnológica no setor mineral. Pablo Cesário esteve acompanhado pelo consultor do IBRAM, Fernando Azevedo.

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A pauta incluiu diversos temas, como o potencial brasileiro no setor mineral e, principalmente, as oportunidades de cooperação com a China em atração de investimentos e desenvolvimento tecnológico.

Na avaliação do IBRAM, o Brasil deve manter uma postura aberta ao diálogo e à cooperação internacional, com foco na ampliação de investimentos, no acesso a novos mercados e no fortalecimento da cadeia produtiva nacional.

A cooperação com a China e outras nações pode gerar oportunidades estratégicas especialmente em minerais críticos e terras raras, insumos essenciais para a transição energética global, entre outras finalidades. Esses projetos demandam altos volumes de capital e longos ciclos de maturação, o que torna a parceria internacional fundamental desde a fase de pesquisa até a instalação de plantas industriais.

Para o IBRAM, o avanço do Brasil no processamento desses minerais em território nacional depende da concretização dos investimentos previstos, da política industrial em discussão no Executivo e no Legislativo, e do acesso competitivo aos mercados internacionais.

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