IBRAM: Raul Jungmann deixa legado de ética, diálogo e defesa do interesse público no setor mineral

À frente do Instituto, ele conduziu uma agenda decisiva de modernização, com foco na transformação do setor mineral pautada por critérios ambientais, sociais e de governança

O falecimento de Raul Jungmann, diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), neste domingo, em Brasília, marca a perda de uma liderança definida pela entidade, em nota, como um exemplo de ética e diálogo. Para o Instituto, Jungmann foi um defensor firme da democracia e do interesse público, deixando um marco na história da indústria mineral e da vida pública brasileira.

Natural de Pernambuco, Jungmann dedicou mais de cinco décadas ao serviço do país, pautando sua atuação pela integridade e pelo espírito republicano. Antes de assumir a liderança do IBRAM em 2022, ocupou cargos de alta relevância, como a presidência do IBAMA e a titularidade de quatro ministérios: Defesa, Segurança Pública, Desenvolvimento Agrário e Política Fundiária.

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À frente do Instituto, ele conduziu uma agenda decisiva de modernização, com foco na transformação do setor mineral pautada por critérios ambientais, sociais e de governança. Segundo a entidade, ele também defendeu uma mineração mais alinhada aos desafios contemporâneos e à legalidade e fortaleceu o papel estratégico dos minerais no cenário global.

De acordo com Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, a gestão de Jungmann foi caracterizada por uma visão estratégica singular que fortaleceu toda a entidade.

Em sinal de respeito ao seu desejo pessoal, o velório de Raul Jungmann será realizado em uma cerimônia reservada apenas a familiares e amigos próximos. O IBRAM expressou profunda solidariedade à família e agradeceu a contribuição histórica do executivo ao Brasil.

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