Luanga: Bravo Mining inicia programas de perfuração e geofísica em Curionópolis

De acordo com o Brasil Mineral, a companhia mobilizou quatro sondas para cumprir um plano de 28.000 metros de perfuração na Província Mineral de Carajás

A Bravo Mining Corp. anunciou o início de seu ambicioso cronograma de perfuração e geofísica para 2026 no Projeto Luanga. Localizado estrategicamente no município de Curionópolis, no sudeste do Pará, o empreendimento promete colocar a cidade definitivamente na rota global da mineração de metais críticos, focando em um depósito polimetálico que reúne paládio, platina, ródio, ouro e níquel (PGM+Au+Ni).

De acordo com o Brasil Mineral, a companhia mobilizou quatro sondas para cumprir um plano de 28.000 metros de perfuração na Província Mineral de Carajás.

Três sondas realizarão 22.000 metros de perfuração de preenchimento e extensão. O objetivo é elevar os recursos atuais da categoria “Inferidos” para “Medidos e Indicados”, conferindo maior segurança geológica ao projeto.

Uma sonda exclusiva percorrerá 6.000 metros em alvos recém-identificados e em áreas profundas (abaixo de 200 metros), visando expandir o potencial de mineração a céu aberto.

O Brasil Mineral destaca que esse esforço técnico é fundamental para subsidiar o Estudo de Pré-Viabilidade (PFS) do projeto, cuja conclusão está prevista para o terceiro trimestre de 2026.

A consolidação de Luanga em Curionópolis representa um marco para a economia local. O projeto não apenas reforça a vocação mineradora da região, mas foca em minerais estratégicos para a transição energética e tecnologia de ponta.

Conforme publicado pelo Brasil Mineral, a Bravo Mining conta com um balanço patrimonial fortalecido após recentes captações de capital, o que permitiu a criação de uma divisão dedicada exclusivamente à exploração de cobre e ouro, que correrá em paralelo aos trabalhos de PGM+Au+Ni em Luanga.

Luis Azevedo, Presidente e CEO da Bravo Mining, afirmou ao Brasil Mineral que o programa de 2026 reflete a confiança no sistema mineral da região. “Com quatro plataformas em operação, estamos avançando de forma equilibrada entre a conversão de recursos e a exploração sistemática”, pontuou o executivo.

Azevedo ainda reforçou que a identificação de novos alvos profundos e regionais em Curionópolis é fruto de um rigoroso processo técnico independente, visando reduzir riscos e desbloquear valor adicional para o projeto Luanga além das áreas já conhecidas.

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