
A mineração conquistou um espaço inédito nos planos de governo dos candidatos que lideram a corrida eleitoral ao Palácio do Planalto, conforme avaliam especialistas ouvidos pela Agência iNFRA.
Essa maior atenção voltada ao setor ocorre em um cenário de urgência por uma estratégia nacional de exploração de reservas e de acirramento geopolítico, conforme aponta o site.
Por outro lado, interlocutores do setor evidenciam uma carência de detalhamento sobre minerais críticos, fertilizantes e urânio nos documentos apresentados pelas principais chapas concorrentes, segundo detalha a reportagem.

O presidente do conselho da ABPM pontua que, embora haja reconhecimento da importância desses três temas, falta clareza sobre a execução prática, de acordo com o levantamento.
No mesmo sentido, o diretor-executivo da AMC afirmou à Agência iNFRA que o Brasil aprofundou bastante esse debate e esperava um direcionamento mais claro no material de campanha.
Apesar das diferenças ideológicas, as propostas indicam o interesse em valorizar o refino interno para evitar a simples exportação de matéria-prima, conforme destaca a notícia.

No que tange aos minerais críticos essenciais para a transição energética, o Brasil atrai pressões internacionais em meio às disputas globais, apontam os dados reunidos pela Agência iNFRA.
O Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) classificou como positiva essa relevância eleitoral, avaliando que há uma oportunidade concreta de desenvolvimento, segundo ressalta o site.
Já o Instituto E+ Transição Energética avalia que o principal acerto foi tratar tais agendas como cruciais para o próximo ciclo administrativo, conforme aponta a reportagem.
Em relação aos fertilizantes, ambos os candidatos acenam para o apoio à produção nacional, embora o setor cobre maior isonomia tributária, de acordo com o levantamento.
No setor nuclear, o programa petista defende a autonomia do ciclo do combustível, enquanto a campanha de Flávio omite o tema, conforme detalha a notícia veiculada.
Para concluir, especialistas ouvidos pela Agência iNFRA reforçam que a consolidação dessas políticas exigirá ações céleres logo no primeiro ano do próximo mandato presidencial.









