FIPA 2026: Tax Group encerra participação destacando inteligência tecnológica e segurança jurídica na transição para o IVA Dual

Com atuação consolidada em todos os territórios da Federação, o Tax Group viu na FIPA 2026 a oportunidade ideal para se aproximar das indústrias locais em um momento crucial da economia do país.

Encerra-se hoje, sábado (23), a XVII Feira da Indústria do Pará (FIPA 2026), realizada no Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém (PA). Iniciado no último dia 20 de maio, o maior encontro do setor produtivo da Região Norte contou com a participação estratégica do Tax Group, consultoria tributária de alcance nacional. Os três sócios-membros da firma — Seno Petri, Thiago Norberto e Camilo Sampaio — marcaram presença ao longo dos quatro dias de evento, consolidando a marca junto ao robusto mercado paraense.

Em entrevista exclusiva ao CKS Online, o sócio Seno Petri fez um balanço da participação do Tax Group na feira, detalhou os desafios da transição para o novo modelo tributário brasileiro e revelou os planos de expansão da empresa na Região Norte.

Motivação e transição histórica do sistema tributário

Com atuação consolidada em todos os territórios da Federação, o Tax Group viu na FIPA 2026 a oportunidade ideal para se aproximar das indústrias locais em um momento crucial da economia do país. “Nossa motivação na FIPA 2026 foi estreitar o relacionamento com o setor produtivo paraense, oferecendo segurança jurídica e tecnologia tributária nesse momento de transição histórica do nosso sistema tributário”, pontuou Seno Petri.

Segundo o especialista, a receptividade do público superou as expectativas, evidenciando a maturidade dos gestores paraenses. “Percebemos que os gestores buscam parceiros estratégicos que compreendam as particularidades da indústria local”, relatou.

Durante a feira, a consultoria estabeleceu diálogos promissores com grandes indústrias de transformação e fornecedores da cadeia de mineração, setores que operam sob alta complexidade fiscal.

O “Velho” vs. o “Novo”: Os desafios do IVA Dual

O grande tema que ecoou nos corredores do Hangar foi a convivência entre as regras atuais de tributação e as diretrizes que estão por vir. As discussões giraram em torno do impacto da transição para o IVA Dual (IBS e CBS), a manutenção dos incentivos fiscais vigentes e a complexidade de gerir obrigações acessórias concomitantes.

Nesse cenário de profundas mudanças, Petri alertou que o planejamento tributário deixou de ser apenas um mecanismo de redução de custos. “O planejamento não é mais apenas uma forma de reduzir custos, mas uma ferramenta de sobrevivência e competitividade. Antecipar o impacto das novas alíquotas e garantir a correta apropriação de créditos é o que permite à indústria manter o fôlego financeiro para investir em inovação e expansão”, avaliou.

A longo prazo, a expectativa é de que o fim da cumulatividade plena favoreça as exportações e os investimentos em bens de capital. No entanto, os próximos anos exigirão atenção redobrada com o cash flow (fluxo de caixa) tributário, uma vez que o modelo de tributação no destino mudará a lógica de muitos negócios.

Plataforma de Inteligência simulou cenário fiscal de 2027

Como principal diferencial para o mercado industrial na FIPA 2026, o Tax Group apresentou sua plataforma de Inteligência Tributária focada na Simulação de Impacto da Reforma. A tecnologia desenvolvida pela empresa permite que as indústrias visualizem, de forma antecipada, como será sua carga tributária a partir de 2027. Além disso, foram demonstradas ferramentas de auditoria automatizada capazes de identificar créditos acumulados e não aproveitados com total segurança jurídica.

A tecnologia de dados foi apontada como um caminho irreversível no segmento. “Hoje, o Fisco é 100% digital e utiliza Inteligência Artificial para fiscalização em tempo real. A Tax Group responde a isso utilizando a mesma tecnologia para que as empresas possam se antecipar a riscos, corrigir falhas antes de qualquer notificação e extrair insights estratégicos de seus dados fiscais”.

Centro especializado na Região Norte

A mensagem central deixada pelos sócios ao mercado paraense ao fim do evento é de que a eficiência fiscal é o verdadeiro pilar da sustentabilidade industrial.

“Queremos que a indústria paraense se preocupe com a produção e o crescimento, enquanto a Tax Group cuida da inteligência e do compliance tributário, transformando impostos em vantagem competitiva”, explicou Petri.

Com o encerramento da feira hoje, a empresa já projeta suas ações futuras para a região. O próximo passo estratégico do grupo será consolidar na Região Norte um centro de atendimento especializado para a regulamentação do IBS e da CBS. O objetivo principal é apoiar a migração definitiva das indústrias locais para o novo modelo com o menor trauma operacional possível, pavimentando o caminho para o crescimento sustentável da indústria amazônica.

Redação CKS Online

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