A Bravo Mining Corp. anunciou resultados expressivos em sua campanha de exploração no depósito de paládio, platina, ródio, ouro e níquel (Luanga), localizado em Curionópolis, Província Mineral de Carajás. De acordo com informações publicadas pelo site Brasil Mineral, as análises de doze furos de sondagem no Setor Central e de um furo na Zona Crescent confirmam a extensão da mineralização em profundidade, ampliando significativamente o potencial geológico e o valor estratégico do projeto.
Conforme aponta a reportagem, os novos dados dão suporte direto à estratégia da mineradora de expandir e elevar a classificação dos recursos minerais existentes da categoria de “Inferidos” para “Indicados”.
Em declaração reproduzida pelo portal Brasil Mineral, Luis Azevedo, Presidente do Conselho e CEO da Bravo Mining, celebrou o avanço dos trabalhos:
“Novos resultados de sondagens de adensamento e de extensão no Setor Central continuam a demonstrar o potencial para expandir e elevar a classificação dos recursos minerais de Luanga. Os resultados de sondagem aqui apresentados mostram, de forma consistente, teores e espessuras que, em sua maioria, superam os observados em sondagens mais superficiais. As seções também ilustram a forte continuidade e a espessura consistente do Setor Central à medida que avançamos com a perfuração em maiores profundidades, em direção aos limites da lavra a céu aberto.”
O site detalha que a campanha de sondagem de preenchimento e extensão está avançando rigorosamente dentro do cronograma estabelecido. Os furos analisados demonstram uma tendência técnica consistente: o aumento da profundidade das perfurações tem interceptado espessuras mineralizadas iguais ou superiores às conhecidas anteriormente.
Além disso, a reportagem destaca que os teores de elementos do grupo da platina (PGM) somados ao ouro se mantiveram comparáveis ou até mais elevados, frequentemente associados a teores mais altos de sulfetos de níquel na zona principal de sulfetos (MSZ). Com esses novos dados, a mineralização delimitada por sondagem, que antes era de aproximadamente 200 metros abaixo da superfície, foi estendida para quase 300 metros.
Além das perfurações, a Bravo Mining deu início a uma nova etapa de prospecção focada em novos alvos de cobre e ouro dentro do complexo. De acordo com o Brasil Mineral, um programa geofísico de polarização induzida (IP) está planejado para abranger cerca de 50 quilômetros de linhas.
A empresa contratada para os serviços de geofísica iniciou os levantamentos de campo no dia 16 de junho. Até o momento do fechamento da reportagem, cerca de 3 quilômetros lineares de levantamento já haviam sido concluídos, com outros 17 quilômetros lineares preparados para receber o imageamento do subsolo focado em anomalias de cobre-ouro.











