Mina de ouro no Pará vende primeiro lote e planta já opera 24 horas por dia

Objetivo principal da Cabral Gold agora é elevar gradualmente as taxas diárias de produção até alcançar a capacidade total planejada de projeto

A mina de ouro de Cuiú Cuiú, situada no sudoeste do Pará, entrou em uma nova fase operacional após concretizar sua primeira venda comercial e colocar os circuitos seco e úmido para funcionar de forma contínua, 24 horas por dia, conforme destacou o site Click Petróleo e Gás. De acordo com a reportagem, a Cabral Gold informou que comercializou mais de 2.400 onças de ouro — o equivalente a cerca de 74,6 quilos — para uma refinadora no Brasil, marco que consolida o início da geração de receita do projeto.

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A publicação detalha que o lote foi negociado a um preço líquido médio superior a US$ 4.200 por onça. Levando em conta o volume comercializado, a operação superou a marca de US$ 10 milhões, valor que foi estimado pela imprensa especializada em aproximadamente R$ 52 milhões. Conforme ressaltou a notícia, essa venda aconteceu poucas semanas após o primeiro derramamento de ouro da mina, anunciado em setembro, o que comprova que a cadeia integrada entre lavra, processamento, produção de doré, transporte e comercialização já está plenamente funcional.

No que tange ao andamento técnico, o site apontou que, com o comissionamento praticamente concluído, a equipe da mina passou a operar os circuitos seco e úmido em dois turnos diários. A mudança ocorreu antes do previsto, após a empresa conseguir estabilizar a taxa de empilhamento de minério nas pilhas de lixiviação. Conforme explicou a reportagem, “a mineração ainda funciona majoritariamente em jornadas de 12 horas”, sendo que, durante a noite, a planta seca é alimentada por estoques acumulados ao longo do dia, permitindo manter o fluxo constante.

A publicação destacou ainda que o objetivo principal da Cabral Gold agora é elevar gradualmente as taxas diárias de produção até alcançar a capacidade total planejada de projeto. Segundo a notícia, após esse processo de aceleração operacional (ramp-up), a companhia pretende declarar oficialmente o início da produção comercial, expectativa mantida para o quarto trimestre de 2026. A reportagem lembra que a Fase 1 baseia-se no processamento de material oxidado próximo à superfície por lixiviação em pilha, modelo escolhido para viabilizar o projeto com menor exigência de capital inicial.

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Situado na Província Mineral do Tapajós, uma das regiões auríferas mais relevantes do Pará, o empreendimento é controlado integralmente pela Cabral Gold. Conforme indicou o Click Petróleo e Gás, a estratégia da empresa divide-se em duas etapas: gerar caixa com a operação de óxidos na Fase 1 e, posteriormente, utilizar esse suporte financeiro para avaliar e desenvolver o potencial sobre os recursos de rocha fresca. A publicação acrescenta que a empresa possui recursos indicados expressivos tanto em material oxidado quanto em rocha fresca, fundamentais para sustentar futuras expansões.

A notícia reforça que o andamento das atividades segue rigorosamente dentro do orçamento e do cronograma previstos pela companhia. Nos próximos meses, o foco será otimizar as recuperações metalúrgicas e consolidar uma fonte estável de fluxo de caixa operacional. Conforme relatado pelo site, a lógica da empresa é transformar essa operação inicial em uma plataforma robusta para um projeto de maior envergadura, permitindo financiar novas perfurações e avançar nos estudos voltados à Fase 2.

Por fim, a reportagem conclui que a realização da primeira venda de ouro altera significativamente o status econômico do empreendimento na região paraense. O Click Petróleo e Gás pontua que, embora o ramp-up continue em andamento, Cuiú Cuiú passa a contar com receita real enquanto persegue a escala comercial definitiva, tendo como próximo desafio manter a operação contínua e assegurar a recorrência na produção.

A mina de ouro de Cuiú Cuiú, situada no sudoeste do Pará, entrou em uma nova fase operacional após concretizar sua primeira venda comercial e colocar os circuitos seco e úmido para funcionar de forma contínua, 24 horas por dia, conforme noticiou o Click Petróleo e Gás. De acordo com a reportagem, a Cabral Gold informou que comercializou mais de 2.400 onças de ouro — o equivalente a cerca de 74,6 quilos — para uma refinadora no Brasil, marco que consolida o início da geração de receita do projeto.

A publicação detalha que o lote foi negociado a um preço líquido médio superior a US$ 4.200 por onça. Levando em conta o volume comercializado, a operação superou a marca de US$ 10 milhões, valor que foi estimado pela imprensa especializada em aproximadamente R$ 52 milhões. Conforme ressaltou a notícia, essa venda aconteceu poucas semanas após o primeiro derramamento de ouro da mina, anunciado em setembro, o que comprova que a cadeia integrada entre lavra, processamento, produção de doré, transporte e comercialização já está plenamente funcional.

No que tange ao andamento técnico, o site apontou que, com o comissionamento praticamente concluído, a equipe da mina passou a operar os circuitos seco e úmido em dois turnos diários. A mudança ocorreu antes do previsto, após a empresa conseguir estabilizar a taxa de empilhamento de minério nas pilhas de lixiviação. Conforme explicou a reportagem, “a mineração ainda funciona majoritariamente em jornadas de 12 horas”, sendo que, durante a noite, a planta seca é alimentada por estoques acumulados ao longo do dia, permitindo manter o fluxo constante.

A publicação destacou ainda que o objetivo principal da Cabral Gold agora é elevar gradualmente as taxas diárias de produção até alcançar a capacidade total planejada de projeto. Segundo a notícia, após esse processo de aceleração operacional (ramp-up), a companhia pretende declarar oficialmente o início da produção comercial, expectativa mantida para o quarto trimestre de 2026. A reportagem lembra que a Fase 1 baseia-se no processamento de material oxidado próximo à superfície por lixiviação em pilha, modelo escolhido para viabilizar o projeto com menor exigência de capital inicial.

Situado na Província Mineral do Tapajós, uma das regiões auríferas mais relevantes do Pará, o empreendimento é controlado integralmente pela Cabral Gold. Conforme indicou o Click Petróleo e Gás, a estratégia da empresa divide-se em duas etapas: gerar caixa com a operação de óxidos na Fase 1 e, posteriormente, utilizar esse suporte financeiro para avaliar e desenvolver o potencial sobre os recursos de rocha fresca. A publicação acrescenta que a empresa possui recursos indicados expressivos tanto em material oxidado quanto em rocha fresca, fundamentais para sustentar futuras expansões.

A notícia reforça que o andamento das atividades segue rigorosamente dentro do orçamento e do cronograma previstos pela companhia. Nos próximos meses, o foco será otimizar as recuperações metalúrgicas e consolidar uma fonte estável de fluxo de caixa operacional. Conforme relatado pelo site, a lógica da empresa é transformar essa operação inicial em uma plataforma robusta para um projeto de maior envergadura, permitindo financiar novas perfurações e avançar nos estudos voltados à Fase 2.

Por fim, a reportagem conclui que a realização da primeira venda de ouro altera significativamente o status econômico do empreendimento na região paraense. O Click Petróleo e Gás pontua que, embora o ramp-up continue em andamento, Cuiú Cuiú passa a contar com receita real enquanto persegue a escala comercial definitiva, tendo como próximo desafio manter a operação contínua e assegurar a recorrência na produção.

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