Vice da Teknokor, Maiari Ruckert de Araújo assume Câmara de Máquinas e Equipamentos para Cimento e Mineração (CSCM)

Na área de mineração, a reportagem aponta que os principais focos serão "a demanda por minerais críticos e estratégicos, a disposição de rejeitos a seco e o avanço da automação

A Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos para Cimento e Mineração (CSCM) da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) anunciou Maiari Ruckert de Araújo como presidente para o biênio 2026/2028. A notícia, publicada inicialmente pelo site Brasil Mineral, destaca que a vice-presidente da Tecnokor, eleita em 19 de outubro, “terá como principais objetivos ampliar a integração entre fabricantes, mineradoras e cimenteiras e fortalecer a representação da indústria nacional”.

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O texto do portal contextualiza que a nova gestão assume o cargo em um momento em que a executiva enfrentará “um setor marcado por transformações tecnológicas e pela busca de processos industriais mais eficientes e sustentáveis”. Na área de mineração, a reportagem aponta que os principais focos serão “a demanda por minerais críticos e estratégicos, a disposição de rejeitos a seco e o avanço da automação, que exigem novas soluções de engenharia”. Já no setor de cimento, a meta está centrada em “reduzir as emissões e ampliar o coprocessamento, além da busca por tecnologias e equipamentos”.

A publicação ressalta que esse cenário exige dos fabricantes nacionais “investimentos contínuos em desenvolvimento tecnológico e qualificação profissional, em um mercado sujeito às oscilações dos ciclos de investimento”.

Em declaração citada pela reportagem, Maiari Ruckert de Araújo reforçou o potencial da indústria brasileira: “A modernização das operações, a segurança na gestão de rejeitos e a descarbonização do cimento vão exigir novos equipamentos e soluções de engenharia, e a indústria nacional tem competência técnica e capacidade fabril para atender esse mercado”. A executiva observou ainda que o Brasil reúne plenas condições de crescer nesse cenário, “considerando suas reservas minerais e o papel estratégico que o país pode desempenhar na transição energética”.

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